Golpistas se passam por bancos, entregadores ou lojas no WhatsApp e Telegram. O Signal confirma em segundos se a mensagem vem de um canal oficial.
WhatsApp Cloud API: quando uma mensagem é encaminhada para um número comercial, o webhook só inclui o telefone de quem encaminhou, context.forwarded e o conteúdo — nunca o remetente original. Checagens de WhatsApp encaminhado só conseguem analisar conteúdo e links; a atribuição de canal vem de declarações do lado do remetente.
Telegram Bot API: forward_origin inclui o remetente original (exceto em caso de privacidade → MessageOriginHiddenUser). A verificação por terceiros permite atribuição real do lado de quem recebe, mais um selo nativo.
Cada marca declara e assina seu perímetro oficial: os únicos domínios, números de WhatsApp, canais de Telegram e links curtos que ela usa. O motor pergunta se o artefato está dentro ou fora do perímetro contra uma allowlist assinada. O perímetro é a entrada publicada no Official Channel Log .
O SecureStamp nunca afirma intenção. O veredito é um conjunto fechado de fatos:
PERTENECEO canal está dentro do perímetro declarado e assinado pela marca.NO_PERTENECEO canal está fora do perímetro, opcionalmente com sinais observados.COUNTERSTAMPA marca emitiu um counter-stamp confirmado contra o canal.DISPUTEDO caso está em disputa e em devido processo.UNKNOWNA marca não declarou um perímetro no SecureStamp.Os 5 estados mapeiam para L1–L5. O estado forte L1 exige um counter-stamp assinado pela marca no estado confirmed; o caso algorítmico nunca imputa intenção.
Official Channel Log — TLP:CLEAR: afirmações first-party sobre os próprios canais de uma marca. Consulta pública, histórico e revogações.
Abuse Transparency Log — TLP:AMBER: afirmações de terceiros. Só os compromissos criptográficos e as contagens agregadas são públicos; o detalhe permanece restrito. Um caso concreto se prova com uma prova de inclusão Merkle contra a tree head pública.
Não é uma blacklist arbitrária: tem estados e devido processo.
Só confirmed habilita o L1; disputedé o caminho de contestação para quem é dono do canal.
Cada verificação produz um Trust Receipt: assinado em ES256, com timestamp e idSSF-EV-…e reverificável por qualquer um. Ele reaproveita a chave notarial do SecureStamp, então um terceiro verifica um receipt com o mesmo/.well-known/jwks.json usado nas estampilhas de e-mail. Header typ: SSCT-receipt.
| POST | /api/signal/verify | Roda o motor e devolve um fato de registro + Trust Receipt assinado. |
| GET | /api/signal/receipts/{id} | Reverifica um Trust Receipt contra o JWKS público. |
| POST | /api/signal/brands | Declara/atualiza um perímetro de marca. |
| POST | /api/signal/counter-stamps | Abre um counter-stamp. |
| PATCH | /api/signal/counter-stamps | Faz a transição de estado de um counter-stamp. |
Disclaimer: O SecureStamp certifica que um canal pertence ao perímetro oficial declarado de uma marca e a integridade do receipt. Não certifica a intenção de quem envia nem a veracidade do conteúdo da mensagem.